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Um encontro com o selvagem… nem tanto.

Nosso voo de volta para Seattle teve elementos meteorológicos que o fez um pouco menos simples que o voo de ida, como nuvens de tempestade e ventos de 30 nós durante um pouso. Mas nada que comprometesse nossa segurança. Ainda decidimos tentar uma rota um pouco mais diferente e desafiante, com mais montanhas e checkpoints famosos como a montanha onde foi esculpida as faces gigantes de quatro presidentes americanos (Mt. Rushmore) e um dos maiores e mais interessantes parques do mundo, Yellowstone. 
Depois  de umas 12 horas de voo, chegamos um pouco cansados no aeroporto Yellowstone Regional, na cidadezinha de cowboys, Cody, aproximadamente à 80 quilômetros da entrada leste do parque. A previsão era chegar no dia seguinte em Seattle, já que meu instrutor me esperava para prosseguir com meu curso. Mas como tínhamos que atravessar as altas montanhas de Yellowstone, porque não adiar o voo e “estudar” primeiro o terreno de carro? Com esse álibi, alugamos um carro e dirigimos no dia seguinte por quase 700 quilômetros para explorá-lo. Depois de visitá-lo no inverno um ano e meio atrás estava ansioso para ver tudo aquilo no verão, e quem sabe ter a chance de encontar o Zé Coméia que sempre puxa um longo ronco naquela gelada estação. Infelizmente não vimos nenhum urso, mas vimos outros animais interessantes como os bizões (ou bizontes?). Além desses, outro bicho que não vi muito no inverno mas que no verão tem aos montes é o bicho-homem. Eles estavam por toda parte e vêm de todo canto do mundo. 
Os parques de conservação dos EUA são uma das coisas que mais admiro nesse país. A organização e a infra-estrutura deles sempre impressiona, mas faz perder um pouco do encanto do selvagem. Mas como disse um cara que demos carona, e só sair um pouco das estradas principais, para ver uma natureza totalmente intocada. Como tínhamos apenas um dia para explorar o parque, não foi dessa vez que saímos do caminho-comum dos turistas para se encantar ainda mais com aquele lugar. Mas a idéia vai ficar guardada para planos futuros.  Ainda que sem sair muito dos limites das estradas que muitas vezes tinha o trânsito parado por bichos que a atravessavam, essa grande caldeira vulcânica sempre impressiona com seus geisers, crateras, e formações estranhíssimas. Eu falei das piscinas hidrotermais? Essa é minha atração favorita, que encanta não só os olhos, mas todo o corpo. Não pude resistir e mergulhei no encontro de um rio super gelado e da água que surgia fervendo de dentro da terra, a temperatura era perfeita e perdi noção do tempo, relaxando naquelas águas por umas duas horas. No dia seguinte veríamos toda aquela beleza por um ângulo diferente, espero que tenha conseguido captar um pouco do que admirávamos lá de cima! Link para o álbum.
Vimos essa piscina somente do avião, de onde cliquei essa foto. Do wikipedia: Esta fonte hidrotermal apresenta uma diversidade de cores brilhantes. Estas cores são devidas à existência de películas de bactérias termofílicas. A zona em azul contém água a ferver e é livre de bactérias; as zonas que vão do verde ao laranja são zonas onde crescem bactérias em temperaturas sucessivamente menores.

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4 Comentários à Um encontro com o selvagem… nem tanto.

  1. Gustavo Junqueira 13/08/2011 at 00:54 #

    Ehhh, obrigado pelas palavras pessoas! 🙂

  2. Gisele 11/08/2011 at 10:59 #

    Oi Gustavo!Vc nao me conhece mas ja sou sua fa…Amo viajar e como o trabalho nao me permite tanto,vou viajar com vc por aqui!!!

  3. JANE 08/08/2011 at 01:14 #

    GUSTAVO:
    VOCÊ É, REALMENTE, PRIVILEGIADO E ABENÇOADO. TÃO JOVEM E JÁ COLECIONA HISTÓRIAS FANTÁSTICAS. PARABÉNS E QUE DEUS CONTINUE ABENÇOANDO VOCÊ!

  4. solange 07/08/2011 at 21:52 #

    GUSTAVO,DIZER O QUÃO É GRATIFICANTE E MÁGICO PARTICIPAR DESTA GRANDE AVENTURA SUA NÃO CONSEGUERIA EXPRESSAR. VOCÊ É REALMENTE FANTÁSTICO!!!!!!!!!QUE VIAGEM E EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA!!!!!!

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